Um Bouquet de Sabores e Aromas
Inicialmente vocacionada para a gastronomia Belga, A Travessa evoluiu paralelamente às aspirações da cozinha portuguesa. A sua crescente notoriedade, fruto da satisfação da clientela, transformou-a num marco da restauração em Lisboa. 

As refeições são iniciadas com várias iguarias que reflectem a "Lisboa dos Petiscos". Lisboa, cruzamento de influencias da Europa, das Américas, da África e do Oriente, desde o século XV, e das zonas rurais do interior de Portugal, desenvolveu uma gastronomia representativa dessa diversidade. 

Entre as iguarias que são servidas à mesa com pão cozido no grande forno a lenha do restaurante, destacam-se, entre outras, cogumelos assados, queijos de cabra com doce de morango, secretos de porco preto, ovos mexidos com cogumelos selvagens, farinheiras, morcelas da Guarda e pimentos de Padrón.

Os pratos principais variam diariamente de acordo com o mercado e o estado do mar. Cinco peixes e cinco carnes, além dos bifes, compõem a ementa.

Como pratos de peixe destacam-se arroz de peixe, tamboril flamejado, filetes de peixes galo, linguado em manteiga, "polvinhos" à convento, lulas fritas em azeite e alho, bife de atum, raia no vapor com alcaparras, mexilhões servidos ao Sábado assim como os peixes grelhados da costa.

Nas carnes realçam-se pernil de pata negra assado no forno, tornedo de touro bravo, lombo de veado com cogumelos selvagens, onglet com chalotas,  bife tártaro,  perna de cordeiro, fígados de pato com tagliatele, magret de canard, escalopes de foie gras frais, bifes do lombo com pimenta, queijo da serra e com mostarda de Dijon.

Para terminar as refeições e fazendo jus as sobremesas conventuais, A Travessa propõe, entre outros, pão de rala, encharcada, sericaia com ameixas de Elvas, farófias, assim como os mais clássicos pralinés de chocolate, mousse de cassis, profiteroles, sorbets, os gelados e as frutas da época.